Sudeste Região de Três Pontas - Boa Esperança

Tudo sobre Boa Esperança

Guia completo, dados e turismo em Minas Gerais.

População (2022)
39.848
PIB Total
R$ 1,06 Bi
Per Capita
R$ 26.564,70
Área (km²)
860,700
IDH / Bioma
Cerrado e Mata Atlântica
📅

Quando ir

setembro

Durante esse mês, o clima é ameno, ideal para passeios ao ar livre e festividades locais.

🛡️

Segurança

A cidade é considerada segura, com baixos índices de criminalidade.

💸

Custo Médio

💰💰💰💰💰

Boa Esperança, localizada em Minas Gerais, é uma cidade que encanta pela sua história rica e pela beleza natural do Cerrado e da Mata Atlântica. Fundada na busca por ouro no século XVIII, a cidade preserva um legado cultural e atrativos que valem a pena explorar.

Principais Atrações

Cascata da Boa Esperança

Uma bela cachoeira que proporciona momentos de relaxamento e contato com a natureza.

Igreja Matriz de Boa Esperança

Um importante marco histórico e religioso da cidade, com arquitetura impressionante e ricas obras de arte.

Museu Histórico de Boa Esperança

Espaço que preserva a história e cultura local, com exposições de objetos e documentos históricos.

Dúvidas Comuns

? Qual é a principal atividade econômica de Boa Esperança?

A economia local é baseada principalmente na agricultura e pecuária.

? Há opções de hospedagem na cidade?

Sim, existem várias pousadas, hotéis e casas de hóspedes em Boa Esperança.

? Quais eventos culturais ocorrem na cidade?

Além das festividades religiosas, Boa Esperança promove eventos como festas juninas e feiras de artesanato.

📈

Economia e Empresas

Vai abrir um negócio ou quer verificar a legalidade de uma empresa em Boa Esperança?

Ver Empresas Ativas
📜

História e Formação

Dados históricos oficiais (IBGE)

Ler Histórico Completo

Boa Esperança

Minas Gerais - MG

Histórico

Boa Esperança, como muitas localidades do interior do Estado de Minas Gerais, nasceu da busca do ouro que os bandeirantes realizavam, no século XVIII.

Em 1795, vindo de São João del Rei chegava até Lavras, na esperança de encontrar jazidas auríferas, João de Souza Bueno acompanhado de vários outros. Descendente do célebre Amador Bueno - que se notabilizara nas lutas entre paulistas e emboabas - avantajando-se ao demais, através da região em que se situa o atual Município de Três Pontas, chegou João de Souza Bueno até o córrego do Ouro, precisamente nos limites entre aquele Município e Boa Esperança, e aí ficou para explorar as vertentes do riacho. Em 1797, José Alves de Figueiredo e Constantino de Albuquerque -dois chefes de bandeiras partidas de Baependi e Aiuruoca, a caminho do rio Sapucaí, onde pretendiam tomar posse de terras devolutas-, vieram ter ao acampamento de João de Souza Bueno, que lhes abriu caminho através da floresta até Ribeirão de São Pedro. O primeiro deles, capitão-mor de Milícia, considerado o verdadeiro patriarca da formação de Boa Esperança, resolveu não prosseguir viagem e adquirir, pela quantia de oito mil ducados, terrenos férteis na região, na extensão de seis léguas quadradas.

Ao tomar posse das terras, então habitadas por indígenas e infestadas de aventureiros, começou José Alves de Figueiredo a adotar medidas para a formação e organização do povoado de Dores do Pântano, tendo para isto conseguido a ida de um sacerdote Padre Cleto, e várias famílias. Por volta de 1804, com o apoio de outros proprietários de terras da região, entre eles Francisco José da Silva Serrote e José Meireles de Matos, resolveu dar início à construção de uma capela que, sob a inspiração de Nossa Senhora das Dores, foi erigida no local onde hoje se encontra a Igreja Matriz de Boa Esperança.

Concluída a capela, em torno dela se foram agrupando moradores, desenvolvendo-se o povoado que, logo após, seria elevado à condição de freguesia e, no ano de 1866, passaria a vila e município.

Gentílico: esperancense ou dorense

Formação Administrativa

Freguesia e distrito criado com a denominação de Dores da Boa Esperança, pelo Alvará de 19-06-1813 e lei estadual nº 2, de 14-09-1891.

Elevada à categoria de vila com a denominação de Dores da Boa Esperança, pela lei provincial nº 1303, de 03-11-1866, desmembrado de Três Pontas, Lavras, Piui e Itapecerica ou somente Três Pontas. Sede na antiga povoação de Dores da Boa Esperança. Instalada em 27-01-1868.

Elevado à condição de cidade com a denominação da Dores da Boa Esperança pela lei provincial nº 1611, de 15-10-1869.

Pela lei provincial nº 774, de 29-05-1856, e lei estadual nº 2, de 14-09-1891, é criado o distrito de São Francisco de Rio Grande e anexado ao município de Dores da Boa Esperança.

Pela lei provincial nº 2174, de 15-11-1875, é criado o distrito de Congonhas da Boa Esperança.

Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o município é constituído de 3 distrito: Dores da Boa Esperança, Congonhas da Boa Esperança e São Francisco do Rio Grande.

Nos quadros de apuração do recenseamento geral de 1-XI-1920, o município é constituído de 3 distritos: Dores da Boa Esperança, Congonhas ex-Congonhas da Boa Esperança e São Francisco do Rio Grande.

Pela lei estadual nº 843, 07-09-1923, desmembra do município de Dores da Boa

Esperança, o distrito de São Francisco de Rio Grande. Elevado á categoria de município com a denominação de Guapé. A mesma lei lei altera o topônimo do distrito de Congonhas (ex-Congonhas da Boa Esperança) para Ilicínia. Cria o distrito de Itaci, com terras desmembradas do distrito de Ilicínia (ex-Congonhas). Está mesma lei nº 843, de 07-09-1923, Boa Esperança

adquiriu do município de Campos Gerais o distrito de Coqueiral (ex-Espírito Santo dos Coqueiros).

Em divisão administrativa referente ao ano de 1933, o município é constituído de 4 distritos: Dores da Esperança, Coqueiral, Ilicínia e Itaci.

Assim permanecendo em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937.

Pelo decreto estadual nº 148, de 17-12-1938, o município de Dores da Boa esperança passou a denominar-se simplesmente Boa Esperança. Pelo referido decreto o distrito de Itaci deixa de pertencer o município de Boa Esperança para ser anexado ao município de Carmo do Rio Claro.

No quadro fixado para vigorar no período de 1944-1948, o município é constituído de 3 distritos: Boa Esperança, Coqueiral e Ilicínia.

Pela lei estadual nº 336, de 27-12-1948, desmembra do município de Boa Esperança o distrito de Coqueiral. Elevado á categoria de município.

Em divisão territorial datada de 1-VII-1950, o município é constituído de 2 distritos: Boa Esperança e Ilicínia.

Pela lei estadual nº 1039, de 12-12-1953, desmembra do município de Boa Esperança o distrito de Ilicínia. Elevado à categoria de município.

Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o município é constituído do distrito sede.

Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.

Alteração toponímica municipal

Dores da Boa Esperança para Boa Esperança, alterado pelo decreto lei estadual nº 148, de 17-12-1938.

Formação Judiciária:

O Termo foi criado em 15 de outubro de 1869 e a comarca em 22 de fevereiro de 1892 e sua jurisdição, além de Boa Esperança, abrange os municípios de Coqueiral e Ilicínea.

Fonte: IBGE