Sudeste Região de Rio de Janeiro

Tudo sobre Magé

Guia completo, dados e turismo em Rio de Janeiro.

População (2022)
228.127
PIB Total
R$ 4,77 Bi
Per Capita
R$ 20.891,19
Área (km²)
388,500
IDH / Bioma
Mata Atlântica
📅

Quando ir

abril

Nesse mês, o clima é ameno e há menos chuvas, proporcionando uma experiência mais agradável para explorar a cidade e seus pontos turísticos.

🛡️

Segurança

A cidade possui áreas seguras para visitantes, mas é sempre aconselhável estar atento a sua segurança pessoal.

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Custo Médio

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Magé, uma cidade rica em história e cercada pela exuberante Mata Atlântica, é um destino encantador no estado do Rio de Janeiro. Fundada em 1565, Magé oferece uma mistura de cultura, natureza e história que encanta seus visitantes.

Principais Atrações

Igreja de Nossa Senhora do Amparo

Uma das mais antigas igrejas da cidade, datada do século XVIII, e um importante marco histórico e cultural da região.

Parque Natural Municipal da Serra do Lobo

Uma reserva ambiental com trilhas e cachoeiras, ideal para os amantes da natureza e do ecoturismo.

Museu da Cidade de Magé

Um espaço que preserva a memória municipal, com exposições sobre a história local, incluindo a época colonial.

Dúvidas Comuns

? Qual é a melhor forma de chegar em Magé?

A cidade pode ser acessada de carro ou ônibus a partir do Rio de Janeiro, com várias opções de transporte público disponíveis.

? Quais são as opções de hospedagem em Magé?

A cidade oferece diversas opções de hospedagem, desde pousadas simples até hotéis.

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Economia e Empresas

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História e Formação

Dados históricos oficiais (IBGE)

Ler Histórico Completo

Magé

Rio de Janeiro - RJ

Histórico

Em 1565, Simão da Mota, tendo recebido a doação de uma sesmaria. Edificou, sua moradia, localizada no morro da Piedade, a poucos quilômetros do local onde se encontra, presentemente, a sede municipal de Magé, iniciando a exploração das terras que lhe foram doadas. Primitivamente habitadas pelos índios da tribo Timbiras, essas terras foram inicialmente cultivadas por portugueses e inúmeros escravos que Simão da Mota trouxera consigo. Pouco tempo, entretanto, Simão da Mota ali se demorou. Alguns anos depois transferia-se para a localidade denominada Magepe-Mírim, onde se localizou a atual Cidade de Magé.

Por volta de 1643 surgiu, próximo a essa localidade, uma outra, a de Pacobaíba, mais tarde denominada Nossa Senhora da Guia de Pacobaíba e, finalmente, Guia de Pacobaíba. Essas localidades receberam, respectivamente, a 18 de janeiro de 1696 e a 14 de dezembro de 1755, ao denominação de freguesia, apesar de na primeira delas, a de Magepe-Mirim, a igreja matriz só ter sido dada por concluída em 1747.

Graças aos esforços dos colonizadores, à contribuição do trabalho escravo e, ainda, á fertilidade do seu solo, as localidades gozaram de invejável situação no período colonial. O desenvolvimento da agricultura e a conseqüente elevação do nível econômico daquela região fizeram com que o governo, em 1789, resolvesse conferir a Magé o a categoria de Vila.

A importância do Município durante o Segundo Império era grande. Para avaliá-la basta observar que em suas terras foi construída a primeira estrada de ferro da América do Sul, inaugurada a 30 de abril de 1854. Esta estrada, que se denominou Mauá e depois Estrada de Ferro Príncipe Grão-Pará, ligava as localidades de Guia de Pacobaíba e Fragoso, numa extensão de 14.500 metros. A primeira máquina empregada na ferrovia, hoje relíquia histórica, foi cognominada "A Baronesa". A primeira estação ferroviária recebeu a denominação de "Mauá", que, em língua indígena, significa "cousa elevada".

Como ocorreu em todas as zonas agrícolas do País, com o advento da Lei Áurea, Magé teve uma fase de declínio, sofrendo forte colapso na sua economia, agravada pela insalubridade do clima e pela obstrução paulatina dos rios e canais. Aos poucos, o Município foi recuperando sua economia, superando seus problemas.

Gentílico: mageense

Formação Administrativa

A freguesia criada com a denominação de Magé, por alvará de 18-01-1696, e por decretos estaduais nº 1, de 08-05-1892 e nº 1-A, de 06-03-1892.

Elevado à categoria de vila com a denominação de Magé, por força de Ato de 09-06- 1789, desmembradas dos municípios de Santana de Macacu e da cidade do Rio de Janeiro, inclusive ilhas do pequeno arquipélago de Paquetá. Constituído do distrito sede. Instalado em 12-06- 1789.

Pelo Alvará de 11-01-1755 e por decretos nºs 1, de 08-05-1892 e 1-A, de 03-06-1892, foram criados os distritos de Guapimirim e Suruí e anexados a vila de Magé.

Pelo alvará de 12-01-1755 e resolução régia de 25-11-1815, é criado o distrito de Inhomirim, e anexado a vila de Magé.

Pelo alvará de 14-12-1755, e decretos nºs 1, de 08-05-1892 e 1-A, de 03-06-1892, ´pe criado o distrito de Guia de Pacobaíba e anexado a vila de Magé.

Elevado à condição de cidade com a denominação de Magé, por efeito da lei ou decreto provincial n.º 965, de 02-10-1857.

Pelo decreto provincial nº 1125, de 04-02-1859, transfere o distrito Inhomirim para a vila de Estrela.

Pelo decreto estadual nº 241, de 09-05-1891, transfere o distrito de Inhomirim da vila de Estrela para a povoação de Raiz da Serra.

Pelos decretos estaduais nº 1, de 08-05-1892 e nº 1-A, de 03-06-1892, é criado o distrito de Santo Aleixo e anexado ao município de Magé.

Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o município aparece constituído de 6 distritos: Magé, Guapimirim, Guia de Pacobaíba, Inhomirim, Santo Aleixo e Suruí

Assim permanecendo em divisão territorial datada de I-VII-1960.

Pela lei estadual nº 1772, de 21-12-1990, desmembra do município de Magé o distrito de Guapimirim. Elevado a categoria de município.

Em "Síntese" de 31-XII-1994, o município é constituído de 5 distritos: Magé, Guia de Pacobaíba, Inhomirim, Santo Aleixo e Suruí.

Assim permanece em divisão territorial datada de 2007.

Fonte: IBGE