Sudeste Região de Sete Lagoas

Tudo sobre Paraopeba

Guia completo, dados e turismo em Minas Gerais.

População (2022)
24.107
PIB Total
R$ 918,49 Mi
Per Capita
R$ 38.100,43
Área (km²)
625,600
IDH / Bioma
Cerrado
📅

Quando ir

Abril

As temperaturas são mais amenas e há menor probabilidade de chuvas, ideal para passeios ao ar livre.

🛡️

Segurança

Alta. A cidade é tranquila e acolhedora, perfeita para quem busca paz e segurança.

💸

Custo Médio

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Bem-vindo a Paraopeba, uma encantadora cidade localizada em Minas Gerais, cercada pelo místico bioma do Cerrado. Com uma população de 24.107 habitantes, Paraopeba é um destino repleto de histórias, natureza e cultura. A cidade é famosa pela capela dedicada a Nossa Senhora do Carmo, uma promessa feita por um coronel que teve sua vida salva durante um encontro com uma onça. Paraopeba é também um ponto de passagem histórico para os tropeiros que conduziam boiadas para o sertão da Bahia.

Principais Atrações

Capela de Nossa Senhora do Carmo

Uma charmosa capela construída em promessa pelo Coronel Marques, localizada em um ponto estratégico da cidade.

Caminho dos Tropeiros

Um percurso histórico que reconstitui o trajeto dos tropeiros que passavam por Paraopeba, rodeado pela beleza natural do Cerrado.

Parque Natural Municipal de Paraopeba

Uma área verde preservada ideal para caminhadas e contato com a natureza, com fauna e flora típicas do Cerrado.

Dúvidas Comuns

? Quais são as opções de hospedagem em Paraopeba?

Existem pousadas e hotéis que oferecem hospedagem confortável e acessível. É recomendável reservar com antecedência.

? Como chegar a Paraopeba?

Você pode chegar a Paraopeba de carro pela BR-262 ou via ônibus intermunicipal a partir de Belo Horizonte.

? Quais atividades estão disponíveis na cidade?

Além da visita aos pontos turísticos, você pode desfrutar de trilhas, passeios de bike e experiências gastronômicas locais.

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Economia e Empresas

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História e Formação

Dados históricos oficiais (IBGE)

Ler Histórico Completo

Paraopeba

Minas Gerais - MG

Histórico

Afirma a tradição que foi o Cel. Marques, donatário da Sesmaria, que ao deparar-se com uma onça no meio da mata, indefeso e julgando-se perdido, ele, como católico e de fé, ajoelhou-se e fez uma prece a Nossa Senhora do Carmo rogando que, se sua vida fosse salva, mandaria construir uma capela em sua honra.

O animal não o atacou e ele se retirou são e salvo. Posteriormente, ele voltou e cumpriu a promessa, fazendo construir uma capelinha dedicada à Nossa Senhora do Carmo (Padroeira de Paraopeba).

Aos poucos, por ser um local de passagem obrigatória dos tropeiros que conduziam boiadas para o sertão da Bahia, foram surgindo algumas casas em torno da capela e o lugar passou a ser chamado de Nossa Senhora do Tabuleiro Grande. Tabuleiro Grande porque tabuleiro era o nome com que os antigos costumavam caracterizar os pontos mais ou menos elevados e de vastas superfícies planas do sertão e na linguagem sertaneja significa cerrado.

Tabuleiro Grande foi elevado à freguesia pela Provincial nº 164 de 9 de março de 1840 e confirmado pela Lei Estadual nº 2 de 14 de novembro de 1891, subordinado o arraial, até então, ao município de Curvelo.

No dia 24 de novembro de 1840, por força da lei nº 1.395 foi transferido para o município de Sete Lagoas.

Durante 45 anos, Tabuleiro Grande pertenceu a Sete Lagoas, até desmembrar-se, elevando-se à categoria de município, por meio da Lei nº 566, de 30 de agosto de 1911. Sua instalação solene deu-se a 1º de junho de 1912, passando a denominar-se Vila Paraopeba. A partir de 1931 recebeu o nome definitivo de Paraopeba.

Paraopeba, palavra de origem indígena (da língua tupi-guarani), que significa ″Rio do Peixe Chato″

A escolha do nome Paraopeba foi por causa do rio Paraopeba que, naquela época, livre de qualquer poluição, era fonte de manutenção dos habitantes, que se beneficiavam da pesca, do garimpo e ainda da lavoura, nas regiões mais ribeirinhas.

Formação Administrativa

Distrito criado com a denominação de Taboleiro Grande, pela Lei Provincial nº 164, de 09-03-1840, e Lei Estadual nº 2, de 14-09-1891, subordinado ao município de Sete Lagoas.

Elevado à categoria de município com a denominação de Paraopeba, pela Lei Estadual nº 556, de 30-11-1911, desmembrado de Sete Lagoas.

Sede no atual distrito de Paraopeba ex-Taboleiro Grande. Constituído de 3 distritos: Paraopeba, Cordisburgo e Araçá, este ultimo criado pela está mesma lei estadual . Instalado em 01-06-1912.

Nos quadros de apuração do recenseamento geral de 1-IX-1920, o município é constituído de 3 distritos: Paraopeba, Araçá e Cordisburgo.

Assim permanecendo em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937.

Pelo Decreto-Lei Estadual nº 148, de 17-12-1938, desmembra do município de Paraopeba o distrito de Cordisburgo. Elevado à categoria de município.

No quadro fixado para vigorar no período de 1939-1943, o município é constituído de 2 distritos: Paraopeba e Araçá.

Pelo Decreto Lei Estadual nº 1058, de 31-12-1943, o distrito de Araçá tomou a denominação Araçaí.

Em divisão territorial datada de 1-VII-1950, o município é constituído de 2 distritos: Paraopeba e Araçaí (ex-Araçá).

Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-VII-1960.

Pela Lei Estadual nº 2764, de 30-12-1962, desmembra do município de Paraopeba o distrito de Araçaí. Elevado à categoria de município.

Em divisão territorial datada de 31-XII-1963, o município é constituído do distrito sede.

Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.

Alteração toponímica distrital

Taboleiro Grande para Paraopeba, alterado pela Lei Estadual nº 556, de 30-08-1911.

Fonte: www.paraopeba.mg.gov.br