Norte Região de Gurupi

Tudo sobre Dueré

Guia completo, dados e turismo em Tocantins.

População (2022)
4.248
PIB Total
R$ 204,77 Mi
Per Capita
R$ 48.202,68
Área (km²)
3.424,800
IDH / Bioma
Cerrado
📅

Quando ir

Abril

O clima é mais ameno e as chuvas são escassas, ideal para passeios ao ar livre.

🛡️

Segurança

Segurança média, recomenda-se cuidado ao explorar áreas remotas.

💸

Custo Médio

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Dueré, localizado no estado do Tocantins, é um pequeno município de rica história e cultura, cercado pela beleza do bioma Cerrado. Com uma população de 4.248 habitantes, Dueré oferece uma visão única da interação entre as tradições indígenas e a colonização no Brasil. A cidade tem raízes que remontam à década de 1940, quando pioneiros em busca de jazidas de cristais de rocha se estabeleceram na região, que era habitada por diversas etnias indígenas, como os avá-canoeiros. Venha descobrir um lugar onde a natureza e a história se entrelaçam!

Principais Atrações

Centro Histórico

Área onde estão as construções mais antigas da cidade, refletindo a arquitetura local e a história do município.

Biosfera do Cerrado

Uma área de preservação com trilhas para caminhadas e observação da fauna e flora nativas.

Cultura Avá-Canoeira

Ponto de encontro com a cultura indígena local, oferecendo experiências, danças e tradições.

Dúvidas Comuns

? Quais atividades posso fazer em Dueré?

Você pode explorar o centro histórico, fazer trilhas na biosfera do cerrado, e conhecer a cultura local por meio de interações com a comunidade indígena.

? É seguro viajar para Dueré?

Sim, mas recomenda-se cautela, especialmente em áreas menos habitadas.

? Qual é a melhor forma de chegar a Dueré?

A cidade é acessível de carro e ônibus a partir de Palmas, a capital do Tocantins.

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Economia e Empresas

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História e Formação

Dados históricos oficiais (IBGE)

Ler Histórico Completo

Dueré

Tocantins - TO

Histórico

Em 1948, Benedito Leopoldino da Fonseca, conhecido por Tenente Fonseca, Constâncio Rodrigues de Barros e Hermínio Gomes de Almeida, partiram em lombo de animais, do Distrito de Chapada (Cristalandia) rumo ao sul, a procura de jazidas de cristais de rocha e chegaram ao local de origem do município em que, até a década de 1940, era habitado por índios avá-canoeiros, popularmente chamados de caras-pretas. Caras-pretas em decorrência de miscigenação havida pela adoção de filhos de escravos negros abondonados nas aldeias indígenas.

Nas proximidades também habitavam os xavantes, os carajás e os javaés. Os avá-canoeiros eram arredios e provocaram muitas lutas contra garimpeiros e os primeiros fazendeiros.

Os índios das outras etnias, em princípio não tão amigáveis, passaram a manter uma convivência pacífica, até porque era muito grande o número de garimpeiros. Contudo, não aderiam aos trabalhos dos desbravadores e vinham ao povoado apenas para fazer compras.

Depois vieram os sargentos Acilon, Benjamim Figueredo, Emílio Figueredo, Francisco Veras Figueredo, João Castro, Joaquim Pereira de Carvalho, Juarez Moreira e Olímpio José Limeira, que descobriram novas jazidas e abriram os garimpos denominados Fio Azul e Monchão do Simeão, cujo trabalho de exploração atraiu muitas pessoas para o local dando origem a um povoado.

Gentílico: duerense

Formação Administrativa

Em 1953, o povoado foi elevado à categoria de distrito com o nome de Dueré.

Em 14 de novembro de 1958, foi tranformado no município de Dueré. Instalado em 29 de janeiro de 1959.

Fonte: Prefeitura Municipal

Autor do Histórico: JOSÉ RIBAMAR DE OLIVEIRA